Lisbeth, 17.
Minhas palavras são minha alma, e, quando as deixo ir, alguém as segura, como um balão de hélio prestes a fugir do braço de uma criança. E então ele terá um pedaço de mim pairando sobre ele. E então ele me deixará segurar sua mão. E minhas palavras serão minha alma, viajando entre dois.
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    No Ibirapuera.
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